terça-feira, 6 de agosto de 2019

Linus Torvalds: O criador do kernel Linux

   Linus Benedict Torvalds é um engenheiro de software finlandês, nascido em 28 de dezembro de 1969, na cidade de Helsinki. É amplamente conhecido por ter criado o kernel do Linux que são usadas em muitos SO atuais, como as distribuições Linux Ubuntu, Debian, Fedora e etc, além de produtos do Google, como o Chrome OS e o Android.
   Torvalds é um defensor do software livre e do código aberto, modelo em que o produto do desenvolvimento de programadores é liberado de forma gratuita para uso, fazendo assim a comunidade parte do projeto, seja como contribuidoras diretas ou como críticos. Uma frase famosa de engenheiro é: “código aberto é o único jeito certo de se fazer software”. 


   Fiel a essa visão, Torvalds continua envolvido no processo de desenvolvimento do Linux até hoje como integrante da Linux Foundation, instituição responsável pelo progresso do Kernel sobre o qual o sistema operacional é construído. Além do Linux, Linus também é o criador do git, um software usado no desenvolvimento de programas para controle de versão durante o processo de testes e compilações. 
   Em virtude da sua contribuição decisiva para a popularização do software livre, Torvalds é visto como uma figura de referência no mundo da tecnologia. Suas palestras, TEDs e conferências são muito aguardadas e apreciadas por todos que têm interesse em desenvolvimento e engenharia, além da difusão do código aberto e do software livre.





Referência : https://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/linus-torvalds.html

ANDROID


Do Alpha ao Pie

Confira as versões do sistema Operacional móvel mais conhecido do mundo:


ALPHA E BETA

Foram dois lançamentos internos do Google, ou seja, versões de lançamento pré-comercial.


CUPCAKE (1.5)

Lançado em 2009, foi a primeira versão a adotar o padrão dos nomes de sobremesas, além de abrir as portas para que os dispositivos Android tivessem telas inteiramente sensíveis ao toque. Nessa versão foram inaugurados também os widgets de apps na tela inicial e as pastas para organizar aplicativos, era super básico, comparado com as versões de agora e tinha as funções de copiar e colar textos, Youtube e algumas animações básicas, além de gravar vídeos com a câmera.


DONUT (1.6)

Também lançado em 2009, tornou mais fácil pesquisar conteúdos do smartphone e da web, com a caixa de pesquisa rápida, além de resoluções maiores, o sistema ganhou uma nova interface para os aplicativos de câmera e recursos de pesquisa por voz.


ECLAIR (2.0)

Trouxe a navegação pelo Google Maps e reconhecimento de fala para textos em e-mails e mensagens, além dos live wallpaper, maior contraste e resoluções de tela e novas funcionalidades da câmera.


FROYO (2.2)

Estava 450% mais rápido,  levou os recursos de voz do Android a um outro patamar, com ações de voz que permitiam a execução de funções do smartphone.


GINGERBREAD (2.3)

Lançado com recursos de gerenciamento de bateria que informavam exatamente como ela estava sendo usada, e os dispositivos vinham com NFC, uma tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura de acordo com a proximidade dos aparelhos.


HONEYCOMB (3.0)

Trouxe um layout maior aproveitando ao máximo as telas maiores dos tablets, permitia abas no navegador e duas barras: uma em cima, para gerenciar o sistema e outra em baixo com relógio e botões de atalho. A câmera e os aplicativos também receberam ajustes.


ICE CREAM SANDWICH (4.0)

Simplificou o design do Android e trouxe novos recursos, como pastas de aplicativos redesenhadas, além de uma bandeja de favoritos e widgets, controle de tráfego na internet, edição simples de vídeos e fotos, destravamento de tela por reconhecimento facial, entre outros recursos. Veio para unificar os tablets e smartphones em uma única versão do Android, em vez de operarem em versões separadas.


JELLY BEAN (4.1)

Com design moderno e sistema com melhor desempenho trouxe o Google Now como um precursor do Google Assistente. O Now permitia obter informações rápidas sobre o clima, tudo em tempo real assim como acontece hoje com o Assistente. Aqui, as notificações ficaram mais ricas, permitindo a expansão da janela para exibir mais notificações de uma só vez.


KIT KAT (4.4)

Uniu  a utilidade do Google Now com melhorias na tecnologia de voz além de melhorias de desempenho e segurança.


LOLLIPOOP (5.0)

Facilitou a navegação pelo dispositivo e se tornou compatível com diversas telas: smartphones, tablets, relógios, Tvs e carros. A aparência ganhou destaque nesta versão, que passou a contemplar sombras e movimento, além de mostrar notificações nas telas de bloqueio.


MARSHMALLOW (6.0)

Representou outro próximo passo para a criação do Assistente como o conhecemos. O Now, aqui, foi aprimorado, permitindo simplesmente tocar e segurar o botão "home" para acioná-lo — eliminando a necessidade de se abrir manualmente o aplicativo para tal. Chegaram aqui novos recursos de economia de bateria; entre eles, um que colocava automaticamente o dispositivo em estado de repouso quando em inatividade, e o App Standby, que limitava o impacto de apps usados com menos frequência na vida da bateria.


NOUGAT (7.0)

Melhorou a maneira de se usar o smartphone, adicionando várias janelas para permitir a execução de apps lado a lado, além de respostas instantâneas por meio das notificações, tamanho de exibição ajustável para melhor acessibilidade e melhor economia de dados, limitando a quantidade de dados usados por apps em segundo plano.


OREO (8.0)

Introduziu formas ainda mais simples de navegar em tarefas no smartphone (como o preenchimento automático para o acesso rápido de apps e o modo picture-in-picture). Com o Oreo, a experiência Android foi simplificada ainda mais graças a uma melhor coesão visual e gestos mais fáceis.


PIE (9.0)

O sistema trouxe novas formas de o usuário controlar o seu bem-estar digital, descobrindo exatamente quanto tempo gasta em cada app e podendo configurar um temporizador para limitar o uso de determinados apps "viciantes". equipado com inteligência artificial, também aprende com o usuário e prioriza a energia da bateria para os apps mais usados, bem como aqueles que a IA identifica que você possa usar em breve.

Referências:

VERSÕES ANDROID. Disponível em: <https://www.meupositivo.com.br/doseujeito/tecnologia/descubra-qual-e-a-sua-versao-do-android/>. Acesso em: 6 Ago. 2019.

HISTÓRIA DO ANDROID. Disponível em: <https://www.meupositivo.com.br/doseujeito/tecnologia/descubra-qual-e-a-sua-versao-do-android/>. Acesso em: 6 Ago. 2019.

O Sistema Operacional

   Um vídeo rápido, onde é mostrado a opinião e visão sobre o sistema operacional de várias pessoas, desde a quem não tem muito conhecimento sobre à quem tem.


Diferenças nos tipos de computação em nuvem

Software como serviço — O IaaS inclui servidores e armazenamento, firewalls e segurança de rede, além do datacenter (planta/edifício físico). O PaaS abrange elementos de IaaS e sistemas operacionais, ferramentas de desenvolvimento, gerenciamento de banco de dados e análise de negócios. O SaaS inclui elementos de PaaS, além de aplicativos hospedados.
Percebi que uma das coisas que mais chamou atenção na apresentação foi a funcionalidade dos SaaS e os outros estilos de computação em nuvem. Que como eu falei, é difícil explicar apenas com palavras. A computação em nuvem não se diferencia por grandes diferenças, mas sim por pequenos detalhes. Como visível no infográfico, apenas poucos serviços adicionais diferenciam os tipos de computação em nuvem. Por exemplo, num IaaS não é possível hostear um aplicativo, numa plataforma como o GitHub, contudo, um SaaS consegue administrar uma infraestrutura e os firewalls, que são características do IaaS, o que torna algo não substituível, mas sim, complementável e aperfeiçoável. Talvez no futuro tenhamos o SaaS como algo ultrapassado, já pensaram uma computação em nuvem sem internet? Parece difícil, mas não vamos subestimar a tecnologia!


TETRIS EM HASKELL

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A linguagem pode ser COMPILADA OU INTERPRETADA.

Segue o vídeo do joguinho TETRIS, COMPILADO em linguagem HASKELL

Lembre-se de que, durante as aulas, a utilizamos da forma interpretada !!






COMPILADORES X INTERPRETADORES

Como dito nas postagens anteriores, explicarei agora o que são e quais as diferenças existentes entre os compiladores e interpretadores.

  • Compiladores

Puramente, são softwares destinados a traduzir um código-fonte escrito em linguagem de alto nível para uma linguagem de baixo nível. A compilação normalmente gera, ao final, um arquivo executável que se não for escrito devidamente durante a elaboração do programa, pode comprometer o resultado final. Delphi, Rust, C++ e Swift figuram na lista de tipicamente compiladas.


Resultado de imagem para compilar ou interpretar


  • Interpretadores 

Um interpretador também é um programa, só que ele não converte o código inteiro para linguagem de máquina, de imediato. O que ele faz, na verdade, é ler o código linha a linha para rodar no momento da leitura. Geralmente, os interpretadores usam uma das seguintes estratégias para a execução do código: 1) executar o código fonte diretamente ou 2) traduzir o código fonte em alguma representação intermediária e depois executar este código.Temos MATLAB, Lisp, Perl e PHP, apontadas tipicamente como interpretadas.


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Curiosidade: Existe um compilador JIT que é a mescla de compilador e interpretador. Ou seja, não exclusivamente compila nem exclusivamente interpreta. O compilador Just-In-Time (JIT) atua em tempo de execução, isso melhora o desempenho de aplicativos. Esse é aplicado nos compiladores de Java, por exemplo, em que primeiro compila bytecodes (código intermediário) para depois serem interpretados por um JVM (Java Virtual Machine), durante a execução do programa. Isso significa que o melhor dos dois tradutores é pego e usado em um só programa.